24 de setembro de 2007

E

Posso tudo que quero
E quero tudo que penso
E penso tudo que posso
E sofro tudo que vivo
E doi tudo que penso
E vivo tudo que posso
E amo a loucura
E faço o que quero
E quero o que doi
E sendo a diferença
E tudo louco se apresenta
E peço
E nego
E rezo
E confesso que sempre quis
E quero aquilo que está além de mim
E não peso as palavras nem me peso
E fluido vivo o momento
E esperto espero desperto.

Um comentário:

JUKA disse...

Vamos comentar sobre o ciclo.
No dia 21 Sonhos Satânicos, me lembra um totem materializado, na forma de um paralelepípedo, enquanto que E, uma forma menos material, energia apenas, sem ter como ser tridimensionada.
Vou aguardar a proxima postagem, para começar a estudar essa sua capacidade de matéria e plasma.Quero saber quanto pesa o desejo e o medo, para você. Saber se o seu desejo é mais querido que o seu medo. Não se esqueça meu caro, viver a poesia.